Coleção literária “É Campeão!” homenageia ídolos do esporte pernambucano

Coluna Geek Sports – Por César Rosati

 

Coleção É Campeão!, idealizada pelo jornalista Marcelo Cavalcante e editada pela Editora Cepe apresenta nove volumes com perfis de ídolos do esporte pernambucano e será lançada neste sábado (22), às 17h, na Feira Nordestina do Livro (Fenelivro), no Centro de Convenções de Pernambuco. Futebol, natação, handebol, basquete… Atletas olímpicos, paralímpicos, ídolos locais, nacionais e até internacionais foram escolhidos para fazer parte da coleção É Campeão!. Ao todos são nove ícones do esporte no estado que serão apresentados ao leitor em forma de perfis biográficos curtos que apresentam um resumo geral da carreira e das conquistas dos homenageados.

De acordo com o “pai” da obra, o jornalista Marcelo Cavalcante, o projeto surgiu em 2015, tendo a princípio o objetivo de abranger apenas os esportes olímpicos. Ainda segundo Marcelo, as histórias retratadas nas obras servem também como um espelho para outras pessoas, especialmente para as crianças. “São histórias riquíssimas e que precisam ser contadas, eternizadas, servirem de espelho para outras pessoas, especialmente para nossas crianças”, declarou.

Confira um pouco de todos os nove perfis, divulgados pela Editora Cepe, e que serão lançados no próximo sábado (22):

ADRIANA SALAZAR, A PIONEIRA OLÍMPICA

Autor: Lenivaldo Aragão

Referência da natação pernambucana, Adriana Salazar começou a treinar nos anos 1970, quando a modalidade esportiva não tinha popularidade no país. Com a conquista de títulos e participações em competições importantes como as Olimpíadas de Seul, em 1988, o nome de Adriana se tornou um marco na história da natação do Estado.

KUKI, RAÇA ALVIRRUBRA

Autor: Marcelo Cavalcante

Em uma narrativa de perder o fôlego, igual às dos locutores de rádio em partida de futebol, a obra rememora os grandes momentos de Silvio Luiz Borba, o Kuki, um dos mais importantes ídolos do Náutico. Em quase dez anos de carreira vestindo a camisa do Timbu, foram 184 gols marcados em 395 partidas.

ZÉ DO CARMO, NA BOLA E NO MUNDO

Autor: Wagner Sarmento

Quase que o futebol perdia Zé do Carmo para a odontologia. “Nunca me passou pela cabeça ser jogador de futebol (…) Queria era ser dentista, porque eu tinha medo de dentista. E aí tinha o sonho de ter essa profissão para perder o medo”, recorda o ex-jogador.

IVANILDO VASCONCELOS, BRAÇADAS NA VIDA

Autor: Marcelo Sá Barreto

Ivanildo Vasconcelos ainda era uma criança de 8 anos quando descobriu que tinha braçadas fortes. Graças a elas se livrou de um afogamento. “De forma peculiar, foi o destino quem apresentou a natação a Ivanildo”, escreve Marcelo. Nascido no bairro do Coque, em 26 de setembro de 1972, em uma casa de palafita à beira do Rio Capibaribe, Ivanildo entrou para as estatísticas dos casos de poliomielite (paralisia infantil), aos 4 anos.

PAMPA, UM SONHO DE OURO

Autor: Márcio Markman

No início da década de 1980, o vôlei virou coqueluche esportiva no Brasil. Isso porque fazia mais de uma década que o futebol – a grande paixão nacional – não levava o mundial. Foi nessa época, quando tinha entre 18 e 19 anos, que André Felippe Falbo Ferreira se interessou pelo esporte praticado pela turma de Renan, Bernard e Montanaro.

ROBERTO DORNELAS, DNA DE VENCEDOR

Autor: Marcos Leandro

A narrativa sobre a trajetória de Roberto Dornelas começa no 6 de abril de 2013, decisão da Liga Brasileira de Basquete Feminino (LBF). Aquele dia era um dos mais importantes da carreira do treinador do time de basquete feminino da equipe do Sport Club do Recife, na partida contra o Americana.

JOANNA MARANHÃO, NA RAIA DA SUPERAÇÃO

Autor: Carlos Lopes

A rotina pesada dos treinos, viagens e a adrenalina das competições deram lugar às brincadeiras de criança na vida da garota Joana Maranhão, que começou a dar suas primeiras braçadas aos 7 anos de idade.

SAMIRA ROCHA – ARREMESSOS E CONQUISTAS

Autor: Irce Falcão

Na biografia da jogadora pernambucana de handebol Samira Rocha, a autora Irce Falcão discorre sobre os desafios que uma atleta de esporte amador enfrenta para bancar sua atuação nas quadras e competições.

CHIQUINHO, A JOIA DA ILHA

Autor: Ricardo Novelino

O menino pobre de Rio Doce obcecado por futebol brincava até com bola de plástico, borracha ou de meia. Nem imaginava que seria ídolo do Sport, detentor de apelido eterno: a Joia da Ilha. Meio-campista, dono da camisa 10, ficou conhecido pela habilidade e rapidez.

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