Crítica | Feito na América

Por Rayane Santos

Com o Tom Cruise (interpretando Barry Seal), o filme “Feito na América” é narrado pelo ponto de vista de Seal por meio de relatos que ele deixara. A trama seria uma demonstração do que acontecera na vida dele, ademais dos momentos que ele se fez testemunha: envolvendo os movimentos ilícitos, a riqueza desordenada e também a corrupção, só que apresentada de forma mais cômica.

Barry Seal é tido como o “quem resolve tudo”, o que, de certa forma, é o grande motivo das cenas humoradas e também é por meio disso que a trama se desenvolve. O filme tem uma boa fotografia que só é realmente vista quando a paisagem é ligada ao voo do piloto e, ainda, joga com o interesse econômico e o familiar.

As interpretações foram boas, não apenas as faciais como a oratória que carregava o sotaque, como por exemplo, dos personagens mexicanos. O modo que a trama foi desenvolvida lembra dos filmes antigos de ação, pelas vestimentas, a palhetas de cores (que, é claro, sugerem uma retomada do tempo por se tratar da década de 80), pelo posicionamento da câmera e pelo desenrolar das cenas de ação.

Lançado em 14 de setembro, “Feito na América” não nos decepciona, trazendo humor e nos faz conhecer um pouco da versão da história de Barry Seal.

Nota do Crítico: 3 Peixeiras-de-luz (Bom)

Sinopse:

Durante a década de 1980, Barry Seal (Tom Cruise), um piloto oportunista da Trans World Airlines, é inesperadamente recrutado pela CIA para realizar uma das maiores operações secretas da história dos Estados Unidos.

Trailer:

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